a lua cheia vem
iluminando,
capturando o tempo,
e o levando
junto de sua luz.
amarela, ofuscante
que seduz.
e aí o tempo vai,
e o dia vem chegando.
outro dia, outro sol,
outra cuz:
mesmas condições.
e aí que eu me lembro
que o tempo passa voando.
1903 - bolcheviques (maioria), votam por início da revolução
czar - imperador desgraçado do cú doce filho da puta, frustrado sexual que enganou o povo russo durante 15 anos.
povo russo - retarados que não mataram a porra do czar, mesmo depois dele ter mandado matar todos da paciata pacifica que pedia para tirar a rússia da guerra por território chines contra o japão (rússia estava perdendo).
até 1917 - czar (ou sr. sexualmente frustrado) enganou o povo dizendo que ia dar direito pra eles e blá blá até o povo sacar (aleluia!) de tudo e os bolcheviques voltarem com o comite central (agora solvietes) e outras coisas mais e felizes chamadas de socialismo.
e essa é a minha versão da revolução russa, e de como o homem mau (czar) enganou o povo bom (e retardado), mas que no final os heróis (burgueses com saco cheio de ficar gastando) salvam a pátria (país onde 80% do território é inutilizado).
*não entendam como se eu achasse tudo isso ridículo.. eu AMO a revolução russa, é que eu também amo satirizar o.o''*
como se pode perceber, as coisas não mudaram, apenas o meio de faze-las que se tornaram outros... born 132: porque é um número, e me sinto número também, nessa sociedade autonoma com milhares de "cidadãos". tomei consciência disso quando estava bêbada, tentando memorizar o número do meu RG para a próxima vez que me barrassem na entrada. boa notícia? decorei, agora sei meu nome que me da direito nessa budega chamada de mundo.
mas você sabe, né? o mundo é um buteco muito velho e sujo, o balconista se aproveita de ser quase como o dono do bar para poder roubar na gorgeta e outras coisinhas mais. mas tudo bem, o real dono de lá nunca aparece, ele mora em uma casa de 1000 metros² e não se rebaixaria a ir nesse pequeno e inútil empreendimento chamado mundo, lá pelo bairro do bexiga. é a vida e, como eu, o mundo também tem um número, pode ser o da rua, o cep, ou até o do astro 875 da galáxia 154... tudo é número, porque número é letra, e quem disse que não é? se número fosse número, não teria acento, e nem terminaria com "o", que parece zero, mas além de não ser número, é mais redondo, porque oras, "o" é letra, no entanto, letra é número, porque número se escreve com letra, e letra precisa de número para ser escrita apesar de ser a letra que escreve algo.
agradeçam aos camaradas soviéticos
sem dúvida que o mundo se extreitou bem mais depois que certos russos inventaram a internet. acredita-se que até a globalização começou a partir daí, como a guerra fria e a corrida do espaço, mas bem, deixemos a aula de história para escola.
o que talvez seja necessário ressaltar é que o mundo está cada vez mais integrado, não há tanta isolação quanto antes, pois agora o que determina uma fronteira é mais cultural que geográfica. talvez por isso seja tão fácil fazer amigos hoje em dia, tão fácil saber das novidades, tão fácil... ficar "conhecido".
o mundo virtual tem essa vantagem de expor a imagem da forma que a pessoa desejar, isso abre uma brecha para os exibicionistas de plantão. mas o que mais me impreciono é com o crescente narcizismo entre nós, jovens sedentários que passam cerca de 5 horas por dia na rede.
não estou querendo criticar, mas a fama vem tão rápida com vai, e se ninguém começar a se ligar que a vida está bem mais do que aparecer numa revista, ser reconhecido na rua, aí sim o mundo estará completamente estagnado. as pessoas passarão tanto tempo se preucupando com sua própria imagem que esqueceram de quem realmente são, que são mais que cabelo, roupa ou atitude adotada. e então, até onde vai o nosso ego?
eu nunca fiz questão de nada